sexta-feira, 3 de abril de 2015

A independência da América Inglesa - Cronologia #história #charqueadas

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INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS


·         1756  Tem início a Guerra dos Sete Anos, entre a França e a Inglaterra
·         1764  O governo inglês impõe às suas colônias a Lei do Açúcar. Seguem-se a Lei do Selo (1765) e a Lei do Chá .
·         1773  Colonos disfarçados de índios protestam em Boston contra a Lei do Chá.
·         1774  O Parlamento inglês aprova as Leis Intoleráveis; representantes dos colonos se reúnem no Primeiro Congresso Continental da Filadélfia e pedem a revogação das Leis Intoleráveis.
·         1775  Eclodem conflitos armados entre colonos e ingleses.
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  1776  Reunidos no Segundo Congresso Continental da Filadélfia, os colonos aprovam aDeclaração de Independência dos Estados Unidos.
·         1781  Apoiados por forças francesas e espanholas, os colonos vencem as tropas inglesas na batalha de Yorktown.
·         1783   É assinado o Tratado de Versalhes, pelo qual o governo da Inglaterra reconhece a independência dos Estados Unidos.
·         1787   É aprovada a Constituição dos Estados Unidos da América.

·         1789  George Washington é eleito presidente dos Estados Unidos.

domingo, 29 de março de 2015

A Grande Pirâmide de Quéops #história #charqueadas

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Das mais de oitenta pirâmides já encontradas pelos arqueólogos no Egito, uma se destaca pela grandiosidade e impressionismo de suas dimensões, a grande pirâmide do faraó Quéops (Figura 1), soberano da IV dinastia. A imponente construção emerge das areias na planície de Gizé, margem ocidental do rio Nilo, a 8 km do Cairo, capital do Egito. Única das sete maravilhas do mundo antigo ainda em pé, durante 4000 anos foi a construção mais alta do mundo com espantosos 147 metros de altura. Próximo a pirâmide de Quéops, estão as pirâmides de seu filho, Quéfren, que o sucedeu no trono, o qual foi sucedido por Miquerinos, formando um complexo piramidal que até hoje fascina as pessoas no mundo todo. Este artigo tem como foco os aspectos que envolveram o projeto de construção da grande pirâmide de Quéops. A intenção é promover uma analogia entre as técnicas de construção utilizadas pelos egípcios a 4500 anos atrás e as modernas práticas da gerência de projetos conforme demonstrado no guia Project Management Body of Knowledge (PMBOK), produzido pelo Project Management Institute (PMI). Este comparativo se dará através de algumas das áreas do universo do conhecimento da gerência de projetos: gerenciamento do escopo, gerenciamento do tempo, gerenciamento dos custos, gerenciamento da qualidade, gerenciamento dos recursos humanos e gerenciamento do risco. Muitas controvérsias existem em relação a forma que as pirâmides foram projetadas e construídas. Isto se explica devido a grandiosidade da obra (milhões de blocos de granito, alguns com dezenas de toneladas) aliada as raras escritas relatando os processos e tecnologias utilizadas no projeto. Este artigo desvia-se dessas especulações, centrando-se na hipótese clássica descrita pelo historiador grego Heródoto[1], e no descobrimento de muitos detalhes construtivos através de estudos arqueológicos detalhados dos monumentos. Várias questões, entretanto, continuam sem solução.
Entre a III dinastia e a XII dinastias, durante um milênio (2630 e 1640 a.c), os egípcios construíram suas famosas pirâmides. Na III dinastia reinou o faraó Djoser, que encarregou o sábio Imhotep de construir seu túmulo, a primeira grande construção em pedra do Egito, a chamada pirâmide de degraus de Sacará 2. Foram os gregos, entretanto, que chamaram tais monumentos de pyramis (plural pyramides), o que resultou na palavra pirâmide em português. Ao que tudo indica a palavra grega não deriva de nenhum vocábulo egípcio, mas trata-se apenas do nome que os gregos davam a uma espécie de doce feito com farinha de trigo. Acreditam os estudiosos que os antigos gregos associaram humoristicamente as pirâmides a essa guloseima, provavelmente porque quando vistos à distância os monumentos lhes pareciam enormes bolos.

Porque as Pirâmides Foram Construídas?



Os egípcios pregavam a imortalidade da alma e do corpo. O túmulo para um egípcio era o seu castelo da eternidade, e deveriam ser ricamente ornamentadas com tesouros, roupas, artefatos de cerâmica, objetos pessoais e até mesmo alimentos. As pirâmides egípcias destinavam-se aparentemente a servir de sepultura, além de serem o centro de um complicado e pomposo cerimonial religioso. Assim o atesta o conjunto de templos, monumentos e pirâmides auxiliares a elas vinculadas. A finalidade segundo a crença comum e alguns historiadores, era servir de tumba para preservar os despojos dos faraós, demonstrando, na sua grandeza, a própria grandeza dos mesmos. Tais crenças levaram os antigos egípcios a dedicarem atenção especial à edificação[2] de seus túmulos. Eles acreditavam que a sobrevivência após a morte dependia da preservação do corpo físico, por isso outro fato que marca a história do Egito é a mumificação dos corpos. 


Os corpos eram mumificados e o luto durava 70 dias, tempo que o corpo passa longe dos seus familiares, nas mãos dos embalsamares. Os egípcios acreditavam que os homens e os animais são compostos por sete elementos: alma, espírito, sombra, nome, coração (centro do pensamento), espírito luminoso e o corpo. Segundo a crença egípcia, a mumificação evita que esses elementos se dispersem quando a pessoa morre.

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA #história #charqueadas

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A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1825 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1835 Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo.
Quase simultaneamente, William Fox Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia, mas demorou para anunciar e não foi mais reconhecido como seu inventor.
O daguerreotipo tornou-se mais popular pois atendeu à demanda por retratos exigida da classe média durante a Revolução Industrial. Esta demanda, que não podia ser suprida em volume nem em custo pela pintura a óleo, deve ter dado o impulso para o desenvolvimento da fotografia. Nenhuma das técnicas envolvidas (a câmara escura e a fotosensibilidade de sais de prata) era descoberta do século XIX. A câmara escura era usada por artistas no século XVI, como ajuda para esboçar pinturas, e a fotossensibilidade de uma solução de nitrato de prata foi observada por Johann Schultze em 1724.

Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos sobre os fundamentos de William Fox Talbot. A fotografia tornou-se para o mercado em massa em 1901 com a introdução da câmera Brownie-Kodak e, em especial, com a industrialização da produção e revelação do filme. Muito pouco foi alterado nos princípios desde então, além de o filme colorido tornar-se padrão, o foco automático e a exposição automática. A gravação digital de imagens está crescentemente dominante, pois sensores eletrônicos ficam cada vez mais sensíveis e capazes de prover definição em comparação com métodos químicos.

Para o fotógrafo amante da fotografia em preto e branco, pouco mudou desde a introdução da câmera Leica de filme de 35mm em 1925.